terça-feira, 9 de novembro de 2010

Queen relançará todos os discos de estúdio da carreira em 2011


O grupo inglês planeja relançar todos os seus 15 discos de estúdio no ano que vem, quando completam 40 anos de carreira.
O Queen, com seu rock and roll completamente inovador para a época em que surgiram, já vendeu mais de 300 milhões de cópias por todo o mundo, e atualmente é liderado por Brian May (guitarrista) e Roger Taylor (bateirista), sem a participação de John Deacon (baixista) que atualmente se dedica à família e sem Freddie Mercury, o mais carismático vocalista de todos os tempos e sem dúvida um dos artistas mais completos de todos os séculos, que faleceu em 1992.
A banda fechou um contrato com a Universal Music que garante o lançamento dos discos remasterizados. Neste ano o Queen rompeu o a parceria de quase 40 anos que tinha com a gravadora EMI. Cada um dos discos virá com conteúdo extra, de acordo com o site NME. Os primeiros cinco CD's do Queen - "Queen", "Queen II", "Sheer Heart Attack", "A Night At The Opera" e "A Day At The Races" - já chegam às lojas em março do ano que vem. É, sem dúvida, uma oportunidade para os fans de Queen da nova geração!

Fonte: http://www.cifraclubnews.com.br

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Up and Coming Tour



Começa à 0h desta sexta-feira, 15 de outubro, a pré-venda dos ingressos para o show do cantor Paul McCartney no estádio do Morumbi, em São Paulo. Certamente muitos estarão aguardando completamente elétricos nesta madrugada o início das vendas e, depois do início das vendas, esperar que a página carregue!!!
A turnê mundial Up and Coming Tour já teve 25 shows, com mais de 500 mil espectadores, segundo os organizadores. Os shows têm durado 3 horas incluindo no repertório músicas dos Beatles (que, aliás, representam praticamente metade do repertório). As músicas do repertório serão listadas abaixo pra aumentar a vontade de quem vai curtir Sir Paul McCartney ao vivo e a cores!

1. Venus and Mars / Rockshow

2. Jet

3. All My Loving

4. Letting Go

5. Drive My Car

6. Highway

7. Let Me Roll It

8. The Long And Winding Road

9. Nineteen Hundred and Eighty Five

10. Let ‘Em In

11. My Love

12. I’ve Just Seen A Face

13. And I Love Her

14. Blackbird

15. Here Today

16. Dance Tonight

17. Mrs Vandebilt

18. Eleanor Rigby

19. Something

20. Sing The Changes

21. Band On The Run

22. Ob-La-Di, Ob-La-Da

23. Back In The USSR

24. I’ve Got A Feeling

25. Paperback Writer

26. A Day In The Life / Give Peace A Chance

27. Let It Be

28. Live And Let Die

29. Hey Jude

30. Day Tripper

31. Lady Madonna

32. Get Back

33. Yesterday

34. Helter Skelter

36. Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band / The End

Bem, está aí!Um Abraço!


Fonte: http://blogs.estadao.com.br/jt-variedades/produtora-confirma-paul-mccartney-em-porto-alegre/

sábado, 4 de setembro de 2010

Nova série de Adão Iturrusgarai

Adão Iturrusgarai é, sem dúvida, meu cartunista brasileiro preferido! Não que eu conheça muito sobre cartunistas brasileiros, mas isso não vem ao caso. É certo que conheci seu trabalho graças a sua personagem mais conhecida que me chamou a atenção pelo fato de ter o mesmo nome que eu: Aline. Desde então não paro de procurar tirinhas do Adão! Recentemente descobri o site dele, e vou postar o link aqui logo depois de uma tirinha sua, com um tipo de humor que só o Adão sabe fazer!



E aí vai o link como prometido: http://adao.blog.uol.com.br/

Vale mesmo à pena visitar, já que além de tirinhas dele, também têm postagens sobre outros caras que mandam muito bem nessa área!

domingo, 15 de agosto de 2010

The Logical Song


"The Logical Song", segundo a tão solicitada Wikipédia, é uma canção da banda britânica Supertramp escrita e interpretada por Roger Hodgson, lançada como primeiro single do álbum Breakfast in America em 1979, sendo uma das canções mais conhecidas da banda. Porém, não se trata apenas disso. Logical Song criticava uma sociedade na qual o homem era pressionado para que se encaixasse em padrões definidos 'não sei por quem'.



Capa do disco Breakfast in America

A letra começa retratando a infância, com a visão ingênua de que "a vida era maravilhosa,um milagre; ela era bonita, mágica, e todos os pássaros nas árvores estavam cantando tão felizes, alegres, brincalhões, me observando". Porém, após ser mandada para a escola, a criança que até então vive em um conto de fadas, passa a conhecer a cruel realidade do mundo: a pressão para que se torne "sensato, lógico,responsável, prático" e, consequentemente, "dependente, doentio, intelectual e cínico". Mas se ele percebe toda a alienação presente em tudo isso, porque não tenta não ser assim? Ora, pelo simples fato de que se você tenta ser diferente, o alienado é você. O chamarão de "radical, liberal,fanático, criminoso"! Tudo isso acarreta na perda da personalidade, da identidade e, portanto, da humanidade do ser!
Toda essa crítica foi feita no final da década de 70, porém, não nos é um retrato um tanto quanto familiar?



Vídeo (ignorem as imagens!)

domingo, 8 de agosto de 2010

John Lennon/Plastic Ono Band




Recém saído do cárcere, John Lennon gravou nos meses de setembro e outubro de 1970 seu primeiro álbum solo e o mais emblemático de sua carreira, John Lennon/Plastic Ono Band. Jonh criou junto com Yoko a banda conceito Plastic OnoBand em 1969, e nesse disco fazem parte de sua banda Starkey, Voormann, Billy Preston e Alan White. As composições do álbum tem intensa relação com a terapia denominada Primal Therapy, praticada por John, que consiste em um retorno à infância para tratar dos traumas da vida adulta.
O lado A tem início com Mother e seus sinos de uma Liverpool sombria, e remete à relação de John com seus pais,um tanto quanto perturbada. A tristeza é latente, o piano martelado, a bateria reta, a voz arrepiante e o baixo marcado. No trecho final, John repete insistentemente "mama, don't go... daddy come home", até arrebentar a garganta como uma criança pirracenta. O tema sobre seus pais retorna na última música do lado B, onde uma criança recém chegada de um funeral, senta no sótão e começa a dedilhar o violão (que ganhou de sua mãe), cantando pequenos versos escritos para sua mãe morta. É essa imagem que "se escuta" com My Mummys's Dead.
Yoko é temática da canções como Hold On,Love e Lock At Me , tão lindas e sinceras que fazem qualquer um refletir sobre a importância desta mulher na vida de John.



O John crítico ao mundo aparece em Isolation e Remember, que remetem ao Hair Peace Bed Peace de 69, quando John e Yoko protestaram na cama, em plena lua-de-mel. Um John estranhamente folk surge com Working Class Hero, onde Dylan é reconhecível, e a voz grave torna o trabalho mais pesado. O espírito do falecido Rock'nRoll é incorporado em I Found Out e Well Well Well, onde um John germânico, direto de Hamburgo, é facilmente identificado.
O disco chega ao ápice com God, onde Deus é um conceito pelo qual medimos nossa dor, diversas personalidades e doutrinas são negadas, sobrando apenas o indivíduo cru, crédulo em si, e posteriormente em sua amada. John foi o único com coragem suficiente de romper com o passado. Ringo, George e principalmente Paul, mantiveram fórmulas estabelecidas dentro do grupo. John não. Esse álbum mostra o indivíduo que foi estancado pela maior banda do mundo, que ele montou, e desfez: "the dream is over" my friend.

Por Bruno Santana.

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Você Roubou Minha Música!




O assunto plágio voltou às manchetes recentemente com a acusação do cantor folk norte-americano Jake Holmes de que Jimmy Page roubou sua música “Dazed and Confused”. O mais engraçado é que desde 1968 Jimmy Page já tocava essa música. Ela foi gravada ao vivo no LP Live Yardbirds, com o titulo de “I’m Confused”, em março de 1968. Um ano depois, ela aparecia no primeiro álbum do Led Zeppelin como “Dazed And Confused”, com autoria de Jimmy Page. E daí a pergunta: por que somente agora Jack Holmes resolveu processar Jimmy Page?

De “Stairway To Heaven” a “Babe I’m Gonna Leave You” o Led Zeppelin já se apodereu de uma série de riffs em suas canções. Isso até gera uma discussão sobre certas limitações na música pop, pois dentro de doze notas e ritmos mais simples, por exemplo, esse é o DNA mais compartilhado do que qualquer outra forma de arte.

Existem exemplos clássicos como “Blowin In The Wind”, de Bob Dylan, que foi plágio de uma canção tradicional de folk chamada “No More Auction Block”. Os Beatles em “Here, There And Everywhere” usaram referências da música “God Only Knows”, do álbum Pet Sounds, dos Beach Boys. Paul McCartney sempre declarou que os Beach Boys eram uma referência para algumas de suas composições naquela época. David Bowie fez a música “Fame” baseada na canção doo wop “Footstompin´”. Em 1963, o sucesso “ Louie Louie”, com a banda Kingsmen, inspirou o grupo The Troggs na música “Wild Thing” e também os compositores Phil Meddley e Bert Russel, que fizeram “Twist and Shout”, cuja regravação dos Beatles, em 1963, foi o maior sucesso.

A lista é infinita, mas vale lembrar também os que plagiaram os brasileiros, como foi o caso de Rod Stewart que usou o refrão de “Taj Mahal”, de Jorge Benjor, em sua música “Do You Think I’m Sexy”, gravada em 1978. Rod Stewart perdeu o processo e quando a música chegou ao topo das paradas na Inglaterra, ele foi obrigado a ceder os direitos autorais da canção, que foram doados para UNICEF.

Mas antes de processar alguém por plágio é importante saber se vale a pena em termos financeiros. Um exemplo disso foi um plágio que a banda new wave inglesa Bow Wow Wow fez da música de Gilberto Gil “Aquele Abraço”, em 1981. A banda fez a canção “Hello, Hello Daddy (I’ll Sacrifice You)” como se fosse uma versão da música de Gil e não deu nenhum crédito ao autor. Na época, Gil tomou conhecimento do assunto, mas decidiu não processá-los, pois o Bow Wow Wow foi um fracasso comercial e não valeria a pena. Se fosse um Sting, por exemplo, Gil pensaria melhor no assunto.

Não é de hoje que o plágio é considerado crime, sendo estas questões levadas à corte desde o século 19. O primeiro plágio da história nos Estados Unidos foi sobre uma música chamada “The Old Arm Chair”, de 1831. Cem anos depois, os processos por plágios apareciam quase que semanalmente na corte norte-americana. Um dos autores que mais processou outros compositores nessa época foi Ira Arnstein. Ele dizia que suas composições eram plagiadas por Irving Berlin, George Gershwin e Cole Pòrter, dentre outros.

O segundo caso de processo de plágio mais recente vem da Austrália. O grupo Men at Work perdeu um processo por terem plagiado o mega-sucesso “Down Under”, de 1983, de uma canção tradicional australiana interpretada por um coro de crianças chamada “Kookaburra sits in the Old Gum Tree”. A corte australiana sentenciou a banda a pagar 5% dos royalties gerados pela música desde 2002 e mais 5% sobre os futuros royalties. O músico Greg Ham, do Men At Work, declarou que isso custaria a eles o valor de sua casa. Depois da sentença, a banda entrou com um recurso, pois o caso é bem diferente de Jimmy Page, que se apoderou da música de Jake Holmes. O Men At Work usou apenas a melodia da flauta, não exisite tanta coincidência, mas mesmo assim eles perderam o processo.

Outro plágio que marcou o incio dos anos 70 foi quando George Harrison lançou “My Sweet Lord” e foi processado pelos autores da música “He’s so Fine”, sucesso do grupo The Chiffons. George alegou na época que a música que o inspirou a compor “My Sweet Lord” foi “Oh Happy Day”, interpretada por Edwin Hawkins Singers, mas perdeu o processo.

Mais uma de ladrão que rouba ladrão… e essa é ótima! O americano Huey Lewis, da banda Huey Lewis and The News, processou Ray Parker Jr. pela autoria da música e tema do filme “Ghostbusters” (1984). Ele alegava plágio de sua música “I Want a New Drug”, mas o caso ficou suspenso, pois as duas músicas foram inspiradas em uma canção anterior chamada “Pop Muzik”, do grupo M, lançada em 1979.

Outra polêmica recente foi sobre a música “Viva La Vida”, do Coldplay, com Joe Satriani, Cat Stevens e a banda norte-americana Creaky Boards. Chris Martin deve se arrepender muito de ter escrito essa canção.

Por Kid Vinil

Fonte: colunistas.yahoo.net/posts/3754.html

Visitem o link original, que tá ali na fonte! Têm alguns vídeos interessantes que eu não consegui postar...